|

Access Time (Tempo
de Acesso)
É o tempo gasto para se recuperar uma informação. Em discos rígidos
ou qualquer meio de armazenamento magnético ou ótico, Tempo Máximo
de Acesso (Maximum Access Time) é o tempo medido para achar uma
informação, ler e transferir essa informação para memória RAM.
SPI (Advanced SCSI
Programmer's Interface)
Interface de Programação Avançada
SCSI.
Conjunto de primitivas de software e estrutura de dados que permitem
a um programa que use a interface ASPI, ser um adaptador
SCSI
"Host" independente.
Auto-Insert
Notification (Notificação de Auto-inserção)
É uma facilidade do Windows 95 e Windows NT que faz com que um CD de
áudio seja tocado ou uma aplicação seja executada (para alguns tipos
de CDs) tão logo os CDs sejam identificados nas leitoras de CD-ROM.
Com versões mais antigas de programas de gravação de CD-R é
recomendado que está facilidade seja "desabilitada". Com versões
mais modernas de software ( tipo Easy CD Creator) é preferível que
essa função esteja "habilitada". Essa facilidade é controlada
individualmente para cada unidade de CD-ROM instalada no
equipamento. No Windows 95 as mudanças podem ser feitas em: Control
Panel | System | Device Manager | CD-ROM | "Selecione o drive de
CD-ROM" | Settings.
Retorna ao Índice
B
Bloco (Block)
Veja
Setor (sector)
Bloco Lógico
(Logical Block)
O menor espaço endereçável em um CD. Cada Bloco Lógico é
identificado por um único Número de Bloco Lógico (LBN). No padrão
ISO 9660
todos os dados no CD são endereçados por Números de Blocos Lógicos.
Buffer
É a quantidade de memória que armazena dados temporáriamente para
ajudar a compensar diferentes taxas de transferência de dados de um
dispositivo para outro.
Buffer Underrun
Mensagem de erro que ocorre quando o equipamento (micro) não é capaz
de manter um fluxo constante de dados para o gravador de CD, fazendo
com que o buffer de gravação fique completamente vazio. Todo
gravador de CD-R tem um
Buffer
que proteje contra interrupções de
quedas de transferência de dados entre o computador e o gravador.
Quando essa área de armazenamento temporário fica vazia antes de
terminar a gravação do CD, ocorre o erro "Buffer UnderRun", a
gravação é interrompida, e na maioria dos casos o CD-R fica
inutilizado. Veja também
Tudo sobre Buffer UnderRun.
Retorna ao Índice
C
Cache
É a quantidade de memória RAM usada para armazenamento temporário de
dados que devem ser acessados muito rapidamente. Em aplicações que
rodam de um CD-ROM, o memória cache é tipicamente usada para
armazenar diretórios e nomes de arquivos.
Caddy
É um carregador de CDs de plástico ou metal, onde o CD deve ser
colocado antes de ser inserido na unidade de leitura/gravação.
CD Bridge(Compact
Disc - Bridge)
Um disco "Bridge" combina facilidades dos padrões
CD-ROM XA
e
CD-I.
O disco resultante pode ser tocado em um "CD-I
Player" ou em um computador com um drive
CD-ROM/XA.Padrão
usado para
Photo CD
e
CD de Video.
CD Extra or CD
Plus
É um disco multisessão, uma quantidade de trilhas de áudio na
primeira sessão, e uma trilha de dados tipo
CD-ROM XA
na segunda sessão. Características adicionais são definidas no
padrão "Blue Book". É uma alternativa ao
mixed-mode
para a combinação de trilhas de áudio padrão
CD-DA
(que podem ser tocadas em um toca discos laser normal), e uma
aplicação de computador, em um único disco.
CD+G (Compact Disc
+ Graphics)
Este formato é raro, e vem sendo usado por alguns poucos discos de
áudio. Ele permite armazenar informações gráficas primitivas em
áreas não usadas dentro de setores de um disco de áudio (6 bits por
setor), ou um total de 20 megabytes por disco. Um dispositivo padrão
de áudio (CD-Audio Player) ignora os dados, mas os equipamentos
CD-I
podem mostrá-los.
CD-DA (Compact
Disc-Digital Audio)
Formato de gravação de dados em CD-ROM (Compact Disk Digital Audio)
para áudio digital, definido pelo padrão "Red
Book". Desenvolvido
pelas empresas Philips e Sony, e colocado no mercado em Outubro de
1982, CD-DA foi o primeiro padrão de CDs do mercado, usado para
armazenamento de dados e músicas.
CD-I (Compact Disk
Interative)
Formato de gravação de dados em CD (Compact Disk Interactive),
definido pelo padrão "Green Book" que permite que aplicações
interativas em multimídia sejam executadas em um computador/disc
player conectados a uma televisão. É um formato proprietário da
Philips.
CD-R (Compact
disc-recordable)
CD para gravação (Compact Disk Recordable), permite que sejam
gravados dados no CD, a partir de um gravador de CD-ROM, que utiliza
raio laser para "queimar" as trilhas de dados no CD.
CD-ROM (Compact
Disc-Read Only Memory)
Este é o formato tradicional. Foi definido pela
ISO 9660
e o padrão "Yellow
Book". Ele é formado por
um área chamada "Lead-In"
(pregap), um trilha única de dados, e um área chamada "Lead-Out"
(postgap).
CD-ROM XA ("XA" -
Extended Architecture)
Formato de gravação de dados em CD-ROM extendido (CD-ROM Extended
Architecture). É uma extensão do padrão "Yellow
Book". Foi
desenvolvido pela Philips, Sony e Microsoft e seque o padrão
ISO 9660
(High Sierra), permitindo a gravação de áudio e vídeo de modo que
ambos possam ser usados simultâneamente (copiados do padrão
CD-I
).Um CD-ROM no padrão XA, pode mais facilmente ser usado em
aplicações multimídia.
CD-VÍDEO (Compact
Disc-Vídeo)
Formato de gravação em CD (Compact Disk-Video) que permite a
gravação de vídeo.Ver também Vídeo CD.
Cue Sheet
É uma lista de trilhas a serem gravadas num CD, uma depois da outra,
na mesma sessão, sem a intervenção do usuário. Esse termo é usado em
alguns programas de gravação de CDs como o "Easy-CD Pro". Em geral é
usado para criar múltiplas trilhas de áudio ou um CD no mode
mixed-mode.
Retorna ao Índice
D
Data Area
No padrão
ISO 9660,
é a área do CD-ROM onde os dados são gravados.
Disc-at-Once (DAO)
Método de gravação no qual uma ou mais trilhas são gravadas em uma
simples operação e o CD é fechado. É o oposto do método
Track-at-Once.
Não são todos os gravadores de CD que suportam a opção Disc-at-Once.
Disco Gravável
(Recordable Disc)
É o CD usado para gravação de dados em um Sistema de gravação de
CDs. O disco "virgem" é preparado com uma química especial capaz de
ser modificada por um feixe de laser a uma determinada temperatura.
Retorna ao Índice
E
EAN
Veja
UPC.
EDC (Error
Detection Code)
32 bits em cada setor são usados para detectar se existem erros nos
dados do setor.
Extração Digital
de Áudio (Digital Audio Extraction)
É o processo de cópia de trilhas de áudio digitais (
CD-DA
tracks) do seu gravador de CDs ou de outro CD-ROM de leitura, para
seu disco rígido ou outro CD-Gravável. Nem todos os CD-ROM de
leitura suportam a extração direta de áudio.
Retorna ao Índice
F
Fechar um disco
(Close Disc)
Fechar um disco ( "close") gravável, significa impedir que novos
dados sejam gravados no CD, se houver espaço. Esse procedimento é
feito após o término da última sessão de gravação do CD. O próximo
endereço de gravação não é gravado no CD, o que impede que novos
dados sejam gravados no disco. Não é necessário "fechar" um disco
para que ele seja normalmente lido numa unidade de
CD-ROM.
Sessões no padrão
CD-DA
de áudio, SEMPRE fecham o disco.
Fechar uma Sessão
(Close Session)
Quando uma sessão é fechada, as informações sobre o seu conteúdo,
são gravadas no disco numa área chamda
TOC (Table of Contents).
São gravadas também infomações de controle ("lead-in and lead-out")
para preparar o disco para uma próxima sessão.
Formato Físico
(Physical Format)
O formato físico de um CD determina como os dados serão gravados em
cada setor do disco. Os vários formatos físicos (physical formats)
para gravação de dados em CDs são definidos pelos padrões chamados
de cores dos livros coloridos onde estão registrados "books, isto é,
Red Book,
Yellow Book,
etc.
Formato
Lógico/Estrutura Lógica (Logical Format/Logical Structure)
Formato lógico de arquivos como no padrão
ISO 9660
transforma visão setor-por-setor (sector-by-sector) de um CD, numa
árvore virtual de diretórios e arquivos, que permite aos usuários e
aos computadores, melhor visualisar os dados gravados num CD.
Retorna ao Índice
G
Gravação com
imagem
Método de gravação de CD, onde cria-se primeiro uma imagem dos dados
a serem gravados, em meio magnético (disco rígido), para que
posteriormente sejam transferidos (gravados) em um CD-R.
Gravação em
Multisessão
Método de gravação de CD, em vários estágios ou sessões. Cada
estágio ou sessão ocupa uma trilha no CD.
Gravação em Sessão
Única
Método de gravação onde todos os dados são gravados de uma só vez em
uma única trilha.
Gravação
on-the-fly
Envio de dados do disco rígido do computador para a unidade de
gravação de CD, de forma direta, lendo do disco rígido e gravando no
CD de forma simultânea. A velocidade de leitura de dados do disco
rígido deve ser superior à velocidade de gravação da unidade
gravadora de CDs, caso isso não ocorra, a sessão de gravação é
cancelada com a mensagem de erro: "Buffer UnderRun".
Green Book
Especificação para gravação de CD-I desenvolvida pela Philips que
usa uma área em branco de 8 bytes no final dos blocos do padrão "Yellow
Book" mode 1 como
um cabeçalho que indica o tipo do conteúdo do bloco, permitindo que
se intercalem dados e áudio em um CD-I.
Retorna ao Índice
H
Header Field
(campo header)
Quatro bytes gravados no início de cada setor que contém o endereço
do setor e o modo no qual o setor foi gravado.
HFS (Hierarchical
File Structure)
Um disco HFS é uma imagem de um disco rígido SCSI de Macintosh, ou
outro dispositivo SCSI de armazenamento de dados para Macintosh, que
foi preparado com dados nesse formato. HFS é um formato de arquivos
nativo de equipamentos Macintosh.
High Sierra Format
Padrão lógico de formatação de dados em CD-ROM originalmente
proposto pelo Grupo High Sierra, no qual é baseado o padrão
ISO 9660.
Essencialmente idêntico ao ISO 9660. O Padrão original "High Sierra
format" é raramente usado.
Híbrido (Hybrid)
Segundo o padrão "Orange
Book" para CDs
graváveis, o formato Híbrido (hybrid) significa um disco CD gravável
no qual uma ou mais sessões já estão gravadas, mas o disco não está
fechado, deixando espaço para futuras gravações. Entretando, no
dia-a-dia, o termo "Híbrido" (hybrid) se refere a um CD que contenha
programas para DOS/Windows e Macintosh. Na plataforma DOS/Windows
ele é visto como um CD padrão
ISO 9660,
no Mac o CD é visto como um disco
HFS.
Retorna ao Índice
I
Imagem Física
Espelho completo, bit a bit de todos os arquivos a serem gravados no
CD-R, ou seja, todos os dados a serem gravados no CD-R são
armazenados em meio magnético (disco rígido) num único arquivo. Se
os dados origem estão armazenados também em disco rígido, haverá uma
"duplicação" da área de dados para permitir a criação dessa imagem
física. Ver Imagem Virtual.
Imagem Virtual
Imagem que consiste em um índice, de todos os arquivos a serem
gravados no CD-R, esse índice indica onde o arquivo se encontra
fisicamente armazenado no disco rígido. Esse método evita que os
dados sejam duplicados no disco rígido antes da gravação. Comparar
com Imagem Física.
ISO 9660 Format
Padrão Internacional de armazenamento de dados que descreve a
estrutura de arquivos e diretórios de um CD-ROM. Especifica a
Estrutura Lógica para arquivos e diretórios em um CD-ROM.
ISO 9660 Image
Imagem de um CD-ROM ou imagem de disco. Um único arquivo (do tamanho
do conteúdo do CD) que contém a exata representação de todos os
programas e dados existentes em um CD.
ISO 9660
Interchange Levels
São três métodos de gravação de nomes de arquivos em um disco no
padrão
ISO 9660.
Nível 1 (o mais
restritivo):
-
Cada arquivo
deve ser escrito num conjunto contínuo de bytes. Arquivos não
podem ser fragmentados.
-
Um nome de
arquivo não pode ter mais de oito caracteres.
-
Uma extensão de
nome de arquivo não pode ter mais de três caracteres.
-
Um nome de
diretório não pode ter mais de oito caracteres.
Nível 2, novamente
cada arquivo deve ser escrito num conjunto contínuo de bytes.
Arquivos não podem ser fragmentados.
Nível 3, Não tem
restrições de nomes de arquivos e diretórios.
ISRC
(International Standard Recording Code)
Padrão de Codificação de Gravação Internacional. Alguns gravadores
permitem o ISRC ser gravado para cada trilha de áudio no disco. Esse
código é composto de:
-
Código do País:
(2 ASCII caracteres)
-
Código do
Proprietário (3 ASCII caracteres)
-
Ano de gravação
(2 dígitos)
-
Numero de Série
(5 dígitos).
Retorna ao Índice
J
Joliet
É uma extensão do padrão
ISO 9660,
desenvolvido pela Microsoft para permitir gravação em CDs de nomes
de arquivos com até 64 posições incluindo espaços e o conjunto de
caracteres Internacional (Unicode). Joilet também grava o padrão
associado ao DOS de cada arquivo de forma que o arquivo possa ser
lido em Sistemas DOS e em versões anteriores de Windows.
Retorna ao Índice
L
Lead-In
Área no ínicio de cada sessão de gravação de um CD, que é deixada em
branco para a gravação posterior da
TOC (Table of Contents).
Nela são gravados os números de trilhas e ponteiros de ínicio e fim.
Essa área é gravada (lead-in) quando a sessão de gravação é
encerrada, ela ocupa 4500 setores no CD (1 minuto de música ou 9
megabytes de dados). Essa área também indica quando o CD é
multisessão, informando, se o disco não está fechado, o próximo
endereço disponível para gravação.
Lead-Out
Área no final de cada sessão, que indica final da área de dados. Não
existem dados gravados nessa área (lead-out). A primeira área
"lead-out" no disco tem 6750 setores (1,5 minutos de música ou 13
megabytes de dados). As próximas áreas "lead-out" subsequentes
ocuparão 2250 setores (0,5 minutos de música ou 4 megabytes de
dados).
Link de
Multisessão (Linked Multisession)
Um disco que contenha mais de uma
sessão,
e que todos os dados das várias sessões gravadas no disco possam ser
vistos como se tivessem sido gravados em uma simples e grande
sessão. Para ligar os novos dados gravados nos dados das sessões
anteriores, em geral, o software de gravação tem uma opção de "Load
Contents" ou "Import Session", para carregar na área de trabalho do
software os dados das sessões anteriores.
Retorna ao Índice
M
Masterisação
(Mastering)
Tecnicamente se refere ao processo de criação de uma matriz em
vidro, da qual, os CDs serão produzidos em quantidade. Em computação
pessoal, a Masterisação é feita através da Premasterisação pelo
Gravador de CDs, e o termo é usualmente empregado para se referir a
uma "gravação".
Mixed Mode (CD-ROM
XA)
Formato de CD no qual a primeira trilha contém dados e as demais
trilhas contém áudio (CD-DA
Tracks). Esse formato sempre "fecha" o CD após a gravação, ou seja,
não podem ser mais gravados dados no CD após uma sessão de gravação
no modo Mixed Mode ou
CD-ROMXA,
mesmo que sobre espaço no CD para mais dados.
MPEG (Motion
Picture Experts Group)
Nome dado ao padrão promulgado pelo grupo para compressão de filmes
e vídeos.
MSCDEX
Programa da Microsoft extensão do DOS para utilização de CD-ROM.
Permite ao Sistema Operacional DOS reconhecer uma unidade de CD-ROM.
Mode 1
Referência a um formato físico de dados em um
CD-ROM.
Mode 2
Referência a um formato físico de dados em um
CD-ROMXA.
Multisessão
(Multisession)
Nos primordios da tecnologia de
CD-R,
muitos CDs foram escritos no formato "Disc-at-once",
ou seja, todos os dados numa única trilha. Isso significa que todo o
conteúdo do disco foi escrito de uma fonte para um disco
CD-R
virgem num só tempo, num processo de gravação contínuo e
ininterrupto. O disco foi então finalizado e não pode ser mais
gravado ou mudado. A gravação Multi-sessão agora permite que um
disco possa ser escrito em várias sessões, a tempos diferentes, até
que o disco fique cheio. A cada sessão gravada, a tabela de conteúdo
do CD ("Table
of Contents or TOC") da
mais recente sessão, é atualizada para incluir as novas informações
e ignorar a informação gravada nas sessões anteriores, que foram
trocadas ou eliminadas. Um leitor de
CD-ROM
multi-sessão é necessário para que o CD multi-sessão seja visto como
um simples volume. Se o leitor de
CD-ROM
não for multi-sessão, sómente a primeira sessão será vista, e as
demais serão ignoradas. Uma variação da multi-sessão é o
multi-volume ("multivolume"), que grava dados no disco, como se
cadas sessão fosse um disco separado e distinto. Cada volume aparece
como um sub-diretório no disco final.
Retorna ao Índice
N
Notificação de
Auto-inserção (Auto-Insert Notification)
É uma facilidade do Windows 95 e Windows NT que faz com que um CD de
áudio seja tocado ou uma aplicação seja executada (para alguns tipos
de CDs) tão logo os CDs sejam identificados nas leitoras de CD-ROM.
Com versões mais antigas de programas de gravação de CD-R é
recomendado que está facilidade seja "desabilitada". Com versões
mais modernas de software ( tipo Easy CD Creator) é preferível que
essa função esteja "habilitada". Essa facilidade é controlada
individualmente para cada unidade de CD-ROM instalada no
equipamento. No Windows 95 as mudanças podem ser feitas em: Control
Panel | System | Device Manager | CD-ROM | "Selecione o drive de
CD-ROM" | Settings.
Retorna ao Índice
O
Orange Book
Padrão de gravação de dados em
CD-ROM,
que atualiza o padrão anterior "YELLOW BOOK", permitindo gravar um
CD incrementalmente.Foi especificado pela Philips e Sony como padrão
para CDs óticos/magnéticos (CD-MO) e Sistemas de escrita única
(Write-Once Systems CD-WO, em outras palavras, é o padrão no qual os
CDs graváveis são gravados.
On the Fly
Gravação "on-the-fly" significa gravar dados em um CD diretamente da
estrutura de dados no disco rígido, sem antes gravar uma imagem
virtual no padrão
ISO 9660.
Optimum Power
Calibration Area (OPC Area)
Área de calibragem ótima (OPC Area) é uma área especial perto do
centro do CD reservada para testes de calibragem do laser que
"queima" os dados no CD. Antes de gravar uma trilha no CD, o
gravador deve ajustar a potência do laser para uma gravação mais
eficiente dos dados no CD. Essa área é reservada para esse
propósito.
Retorna ao Índice
P
Escrita por
Pacotes (Packet Writing)
Método de gravação de dados num CD gravável em pequenos incrementos.
Diferente dos métodos atuais de
Track-at-Once
e
Disc-at-Once.
O novo software da Adaptec: DirectCD suporta o método "Packet
Writing".
PCA (Power
Calibration Area)
Área de calibragem de potência. Espaço reservado no início do disco
para calibragem da potência do laser de gravação do disco.
Photo CD
Este padrão é proprietário da Kodak, e permite armazenar fotografias
num CD. O formato "Photo CD", incorpora elementos do padrão "Yellow
Book", "Orange
Book" e
CD-ROM/XA.
Processo de
pré-gravação (Premastering)
Processo de preparação das informações a serem gravadas em um CD-R,
que inclui a quebra dos dados em setores e a respectiva gravação dos
mesmos com o apropriado cabeçalho (endereço) e correção de erros.
PMA (Program
Memory Area)
Área de Memória do Programa. Em um CD gravável, é uma área de
armazenamento de dados temporária, onde são guardados os números de
trilhas e seus ponteiros de ínicio e fim. Esses dados são usados
durante a sessão de gravação do CD. Quando a sessão de gravação
termina, ou seja, quando a sessão de gravação é "fechada"(closed)
essa mesma informação (TOC)
é gravada na área chamada
lead-in.
Post-Gap (Gap
Posterior)
É o espaço que divide as trilhas (tracks),
gravado no final da trilha de dados. Este espaço (post-gap) tem
tamanho de 150 sectors (2 segundos) e existe somente quando são
gravadas sucessivas trilhas no CD. Entretanto, porque muitos
copiadores de CDs esperam um "post-gap" no final de cada trilha ,
muitos programas de gravação de CDs, como o " Easy-CD Pro" da
Adaptec, gravam um "post-gap" ao final de cada gravação de uma
trilha num CD.
Pre-Gap (Gap
Anterior)
É o espaço que divide as trilhas (tracks),
gravado antes da trilha de dados. A tamanho desse espaço (pre-gap)
varia dependendo do gravador de CDs e dos tipos de trilhas que estão
sendo gravadas. Quando são gravadas sucessivas trilhas de dados, uma
trilha é separada da outra por um "pre-gap" com 150 sectors (2
segundos). Quando as trilhas são de tipos diferentes, esse "pre-gap"
é usualmente de 225 setores (3 segundos). Se duas trilhas sucessivas
são de áudio, pode não haver esse "pre-gap".
Retorna ao Índice
R
Red Book
Método de gravação de dados em CD, para trilhas de áudio, em blocos
de dados de 2.352 bytes com 98 quadros com 24 bytes cada. Batizado
desta forma pela cor da encadernação da pasta (Livro Vermelho), esta
especificação foi desenvolvida pela Sony e pela Philips Eletronics.
Esse foi o primeiro padrão de gravação em CD, e permitiu que
qualquer toca-discos laser pudesse reproduzir CDs de áudio.
Romeo
Uma opção de nomes de arquivos usada no software "Easy-CD 95" e
"Easy-CD Pro 95" que permite a gravação de nomes de arquivos com até
128 caracteres de tamanho, incluindo espaços. Essa opção não é parte
do padrão "Joilet"
criado pela Microsoft, o conjunto de caracteres (Unicode) não é
suportado, e não existe previsão de associação desses nomes de
arquivo com nomes de arquivos DOS. Nomes de arquivo no padrão
"Romeo" só podem ser lidos em Windows 95 ou NT. CDs com nomes de
arquivo no padrão "Romeo" podem ser lidos em equipamentos Macintosh
desde que o tamanho dos nomes de arquivo não ultrapasse 31
caracteres. Não use o padrão "Romeo" se seu CD precisar ser lido em
outras condições.
Retorna ao Índice
S
SCSI (Small
Computer System Interface)
Interface de Sistemas de Computador "simples" (pronúncia: "scuzzy").
É uma interface que permite a conexão de até sete dispositivos
(periféricos) numa controladora. Existe em vários padrões de
barramentos (ISA, EISA, PCI), e atualmente dependendo do modelo pode
permitir a conexão simultânea de 15 ou mais periféricos na mesma
controladora.
Setor (Sector)
É a menor unidade de armazenamento de dados em um CD. Um disco
possui (75 setores por segundo) x (60 segundos por minuto) x (numero
de minutos que podem ser gravados no disco). A quantidade de dados
que pode ser armazenada em cada setor, depende do padrão de formato
físico "physical
format" que o setor
for gravado. Em geral um
CD-ROM
padrão pode armazenar 2048 bytes (2 kbytes) de dados em cada setor.
Nota: Não são todos os bytes do setor que podem ser usados como
dados úteis, existem informações de controle do formato físico de
dados do CD que também são armazenadas dentro de cada setor de dados
a serem gravados.
-
Para um CD com
74 minutos com tamanhos de setor de 2048 bytes, podemos armazenar
no máximo: 681.984.000 bytes, ou 666 Megabytes.
-
Para um CD com
74 minutos com tamanhos de setor de 2352 bytes (Red Book), podemos
armazenar no máximo: 783.216.000 bytes, ou 764 Megabytes.
Sessão (Session)
Como definido no padrão
Orange Book,
é um segmento de dados gravados em um CD, que pode conter uma ou
mais trilhas de qualquer tipo de dado (dados ou áudio).
Sistema de
Arquivos (File System)
Estrutura de dados que transforma a visão física do dado (setores)
numa visão(estrutura) lógica hierárquica (diretórios e arquivos) que
ajuda ao computador e aos usuários melhor alocar e recuperar
arquivos de dados. Veja também Formato lógico (Logical
Format).
Retorna ao Índice
T
Tempo de Acesso
(Access Time)
É o tempo gasto para se recuperar uma informação. Em discos rígidos
ou qualquer meio de armazenamento magnético ou ótico, Tempo Máximo
de Acesso (Maximum Access Time) é o tempo medido para achar uma
informação, ler e transferir essa informação para memória RAM.
Table of Contents
(TOC)
Tabela de Conteúdo (Table of Contents). Para todo o disco ou para
qualquer sessão (session)
de gravação de dados em disco, a TOC mostra o número de trilhas (tracks),
seu local de ínicio e o tamanho da área de dados (data
area) que ela ocupa.
Trilha (Track)
Toda vez que você grava um CD, você está criando pelo menos uma
trilha, que é precedida de um espaço chamado "pre-gap"
e seguida de um outro espaço chamado "post-gap".
Qualquer sessão (session)
de gravação, deve conter uma ou mais trilhas, e as trilhas de uma
mesma sessão podem ser do mesmo tipo ou de tipos diferentes (por
exemplo, no modo:
mixed-mode
o disco tem trilha de dados e trilhas de áudio).
Terminador SCSI
Dispositivo conectado ao final da cadeia de periféricos
SCSI,
que tem como finalidade estabilizar o respectivo barramento.
Equipamentos modernos com interface
SCSI,
podem ser terminados via "JUMPER", ou configuração no hardware, ou
seja, não necessitam de terminador.
Track-at-Once
Método de gravação de dados num CD. A cada vez que uma trilha é
gravada (dados ou áudio), o laser de gravação é desligado, mesmo se
uma nova trilha for escrita logo depois. Blocos de ligação e posição
(Link
and run) são gravados quando o laser é desligado e ligado, isso pode
causar um "click" (ruído) entre trilhas de áudio. É por isso que o
padrão de gravação:
Disc-at-Once
é preferido para a gravação de discos de áudio.
Retorna ao Índice
U
UDF (Universal
Disc Format)
Formato Universal de Disco. É um Sistema de Arquivos (file
system) adotado
pela OSTA (The Optical Storage Technology Association) para uso no
padrão "packet
writing" e em outras
tecnologias óticas de gravação de discos.
Unidade de CD-ROM
É um periférico ligado a um computador que permite a leitura de
dados e músicas a partir de um disco de CD-ROM. Todos as unidades de
CD-ROM podem tocar CDs de músicas, mas será necessário utilizar um
"headphone" externo para ouvi-las.
UPC (Universal
Product Code)
Código Universal de Produtos. Em alguns gravadores de CD, você pode
definir um número de catálogo UPC, com até 30 caracteres para todo o
disco, número esse que será escrito na TOC (Table
of Contents) do
disco. Também conhecido como EAN.
Retorna ao Índice
V
Velocidade de
Gravação de CDs
As unidades de gravação de CDs podem ser de velocidade 1X,2X,4X e
6X. As unidades de gravação de velociade 1X apenas, estão fora de
mercado. Atualmente se encontram unidades de 2X e 4X para gravação
com preços inferiores a US$ 1000. A unidade de gravação de 6X, mais
rápida existente é da KODAK e custa mais de US$ 10 mil.
Velocidade de
Leitura de CDs
Os CDs de velocidade simples, como os de áudio, possuem taxa de
transferência de 150 Kb/seg. Existem outras velocidades de leitura
de CDs chamadas de 2X, 4X, 6X, 8X, 12X, 16X, etc. com a taxa de
transferência obtida multiplicando a taxa de 150 Kb/seg pelos
respectivos fatores. Por exemplo: uma unidade de CD-ROM de 12X
corresponde a uma taxa de tranferência de dados de 1800 Kb/seg.
Vídeo CD
Um sistema de reprodução de vídeo associado com áudio em um CD.
Definido pelo padrão "White
Book". O vídeo e o
som, são comprimidos juntos usando um padrão de compactação chamado
MPEG 1
e gravados em um CD no padrão:
CD Bridge.
Um Vídeo CD contém uma trilha de dados gravada no padrão:
CD-ROM XA
Mode 2 Form 2. É sempre a primeira trilha no disco (Track 1). O
padrão
ISO 9660
de estrutura de arquivos, e um programa de aplicação:
CD-I
são gravados nessa primeira trilha, bem como a informação do disco
de Vídeo CD. Depois da trilha de dados, o vídeo é gravado em uma ou
mais trilhas subsequentes na mesma sessão. Essas trilhas também são
gravadas em " Mode 2 Form 2". A sessão é fechada depois de todas as
trilhas terem sido gravadas.
Imagem Virtual
(Virtual Image)
É um banco de dados de arquivos a serem escritos em um CD. A maioria
dos programas de gravação, como o " Easy-CD Pro", podem criar essa
"Imagem Virtual" através do recurso "arraste e largue" (drag & drop)
de arquivos e diretórios. Essa imagem pode ser usada para gravação
do CD "on-the-fly", ou para gravação de uma imagem do CD
ISO 9660 image
no seu disco rígido.
Volume
No Padrão
ISO 9660
é um disco de CD-ROM.
Volume Descriptors
No Padrão
ISO 9660,
é o conjunto de informações no CD que contém informações sobre o CD.
Retorna ao Índice
W
White Book
Especificação de formato de CD-ROM interplataforma, específico para
vídeo (CD-V), que combina a codificação de áudio e vídeo MPEG 1 e o
formato de blocos CD-ROM XA.
Retorna ao Índice
Y
Yellow Book
Especificação que descreve a estrutura de um bloco simples de um
CD-ROM.
O Modo 1 do "Yellow Book", criado pela Philips e Sony exclusivamente
para dados, define uma área de sincronismo de 12 bytes e 4 bytes de
cabecalho no começo de cada bloco, seguidos por 2.048 bytes de
dados, 8 bytes para código de detecção de erros EDC, 272 bytes para
código de correção de erros ECC e uma área livre de 8 bytes para
preencher o bloco. Este modo permite que seja gravada apenas uma
trilha de dados (não de áudio) em um única sessão.
|